Blog da Casa
Teatro
21 de junho de 2017, às 13h52min
 

 


Jacy em Natal, no FIT e Grupo Carmin lançará livro

Antes de viajar para o Festival de S.J. do Rio Preto (FIT), Jacy será apresentada dia 08/07 em Natal.

 

A peça "Jacy" do Grupo Carmin foi selecionada para participar de um dos mais importantes Festivais Internacionais de Teatro do Brasil, o FIT Rio Preto, na cidade de São José do Rio Preto em São Paulo. Antes da viagem, o Grupo Carmin fará única apresentação de "Jacy", dia 08/07 as 19h na Casa da Ribeira, em Natal.


"Jacy", que foi eleita, pelo jornal Estado de São Paulo, uma das 10 melhores peças do Brasil em 2015 e circulou por 18 estados brasileiros em 2016, incluindo temporadas em São Paulo e no Rio de Janeiro, ganhou críticas elogiosos dos principais veículos especializados do país. (vide Crítica de Valmir Santos - Folha SP ;  Crítica de Maria Eugênia de Menezes - Estadão) e  entrevista a Paulo Henrique Amorim: Jacy no Conversa Afiada ).


"A peça já passou de 130 apresentações e permanece sendo muito requisitada. Estamos bem felizes em chegar no 4º ano de sua existencia e com todo pique.Participar do FIT Rio Preto será marcante." Disse Henrique Fontes, ator, diretor e um dos dramaturgos da obra.


"Jacy" foi criada a partir do encontro fortuito de uma frasqueira abandonada em uma das ruas mais movimentadas da cidade de Natal. Ela reconta a história real de uma mulher nascida em 1920 que na década de 1940, durante a 2ª Guerra, se apaixonou por um capitão americano em Natal; na década de 1960-70 atravessou a ditadura no coração político do Brasil e terminou seus dias, na primeira década dos anos 2000, sozinha, em Natal. A peça de teatro documental transita entre a História, a poesia e a política.


Além da apresentação no próximo dia 08/07, as vésperas de viajar pro FIT, o Grupo Carmin está há um mes da estreia de sua nova peça, intitulada: "A Invenção do Nordeste", baseada no livro homonimo do Prof. Dr. Durval Muniz de Albuquerque Jr. e que trata de uma investigação histórica sobre a invenção de uma identidade puramente nordestina.


"O livro de Durval é muito instigante e ele nos motivou a pesquisar esse conceito que repetimos: orgulho de ser nordestino, mas o que será que isso implica? A serviço de quem está esse rótulo." Disse Quitéria Kelly , atriz de Jacy e diretora de "A Invenção do Nordeste".


Outra empreitada do Grupo Carmin, neste ano que completa 10 anos, é o lançamento do livro que traz um pouco da história do Grupo e os textos de suas 4 peças (já incluindo A Invenção do Nordeste). O Livro está sendo editado pela Fortunella e será lançado na estreia da nova peça, em agosto.


"Será nossa primeira publicação e é uma forma das pessoas terem os textos e imagens em alta qualidade de nossas obras. Na temporada de agosto, inclusive, as primeiras pessoas que comprarem o ingresso inteiro, ganharão o livro." Disse Henrique Fontes que junto com Pablo Capistrano assina a dramaturgia das obras.


Então, para quem não viu ou quiser rever, "Jacy", faz única apresentação dia 08/07 as 19h na Casa da Ribeira.


 

Contato imprensa: 84 98150-9009 (Henrique).

SERVIÇO:

O que: JACY - Grupo Carmin

Quando: Dia 08/07/17, Sáb.  às 20h

Quanto: R$ 40,00 (inteira) e R$20,00 (meia) - PROMOÇAO: os 80 primeiros, comprando antecipado até dia 07/07, pagam (R$20,00)

Onde: Casa da Ribeira (Rua Frei Miguelinho, 52, Ribeira. Fone: 3211-7710)

Venda de ingressos: Bilheteria da Casa (3211-7710 à tarde) ou online no http://www.sympla.com.br/casadaribeira


 
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Teatro
28 de março de 2017, às 13h12min
 
10 anos Carmin inicia com temporada de Jacy
Após temporada em São Paulo, o Grupo Carmin volta a Natal para celebrar sua primeira década.

Em abril de 2017, o Grupo Carmin, de Natal,RN, comemora 10 anos de existência. Para iniciar suas comemorações que contemplarão estreia da peça nova “A Invenção do Nordeste”, exposição da história do Grupo e lançamento de livro com toda sua dramaturgia, o Carmin inicia suas comemorações ocupando a Casa da Ribeira durante todos os finais de semana de Abril, apresentando sua peça mais famosa: Jacy.
Jacy, que em 2016 circulou por 18 estados brasileiros, foi eleita, pelo jornal Estado de São Paulo, um dos 10 melhores espetáculos do Brasil em 2015 e acaba de fazer temporada no Sesc Pinheiros em São Paulo, volta a Natal para sua mais longa temporada em solos potiguares: 10 apresentações durante todos os finais de semana de abril.
"A gente sabe da dificuldade de fazer temporadas longas em Natal, mas depois de ter feito 16 apresentações no Rio de Janeiro em 2016 e 15 em São Paulo em Janeiro e Fevereiro deste ano, queremos arriscar e ver se o público que vai ao teatro aumentou em Natal." Disse Quitéria Kelly, atriz e fundadora do Grupo Carmin.
A temporada recente em São Paulo rendeu críticas nos dois principais jornais da cidade: A Folha de São Paulo (Crítica de Valmir Santos - Folha SP ) e no Estado de São Paulo ( Crítica de Maria Eugênia de Menezes - Estadão) e uma entrevista empolgante a Paulo Henrique Amorim no Coversa Afiada.( Jacy no Conversa Afiada ), além de ter sido vista por figuras ilustres do teatro e da música como o diretor Antunes Filho, o ator Gero Camilo e o músico Chico César.
A peça, que completa 4 anos de estreada este ano, foi criada a partir do encontro fortuito de uma frasqueira abandonada em uma das ruas mais movimentadas da cidade de Natal. Ela reconta a história real de uma mulher nascida em 1920 que na década de 1940, durante a 2ª Guerra, se apaixonou por um capitão americano; na década de 1960-70 atravessou a ditadura no coração político do Brasil e terminou seus dias, na primeira década dos anos 2000, sozinha, em Natal.
A História de Jacy em formato de peça foi escrita pelos filósofos Iracema Macedo e Pablo Capistrano, com dramaturgia de Pablo Capistrano e Henrique Fontes, que também assina a direção em uma montagem compartilhada com a atriz Quitéria Kelly, o cineasta Pedro Fiuza e o produtor Daniel Torres. O processo de Investigação para criação da peça revelou fatos que arrepiaram seus criadores. Coincidências como o fato de Jacy ter tido seu primeiro emprego na mesma rua da Casa da Ribeira (rua Frei Miguelinho, na Ribeira). 
“O processo de criação foi surpreendente. A investigação feita, a partir dos vestígios que encontramos na frasqueira, revelaram fatos curiosos que têm ligação direta com a história de Natal e do Brasil, desde a segunda guerra mundial, passando pela ditadura militar, chegando até ao emaranhado político que manda no estado há quase um século.” Disse Henrique Fontes, diretor da peça.
“A peça é construída misturando ficção e realidade, mas sempre com base no que a gente encontrou. E tem alguns mistérios que até hoje não encontramos explicação. Tudo isso é relatado na peça e o audio-visual é usado para ampliar objetos e dúvidas,” Disse Pedro Fiuza, cineasta e operador de camera, luz e som na peça.
Um dos mistérios retratados em cena se esconde atrás de uma pilha de recibos de correspondências, referentes a encomendas mensais postadas por Jacy para um homem, no Rio de Janeiro. Estas encomendas nunca pesaram mais que 20 gramas e o seu conteúdo, ninguém sabe.
Um assunto que atravessa toda a peça é a forma como a sociedade brasileira trata os mais velhos e suas histórias. “Há uma cultura de supervalorização dos mais jovens e de descarte dos mais velhos. E o que é mais assustador é a ausência de políticas públicas efetivas para o idoso,” Disse Henrique. 
Segundo dados do censo 2010 do IBGE, a população de idosos no Nordeste, por exemplo, cresceu de 5,1% em 1991 para 7,2% em 2010. Segundo a Fundação Perseu Abramo, responsável pela pesquisa que investiga o crescimento e a qualidade de vida dos idosos no Brasil, esse crescimento saltará de 8% para 16% ao ano, nos próximos 25 anos. 
Assim, Jacy representa a vida de muitos que envelhecem e tem suas histórias jogadas, literalmente, no lixo. Ao mesmo tempo, ela relata o descaso da sociedade com os mais velhos e com o próprio destino das cidades que também envelhecem e que, em muitos aspectos, são abandonadas.
Contato imprensa: 84 98150-9009 (henrique) ou whatsap 98105-9907.
SERVIÇO:
O que: JACY – 10 Grupo Carmin 
Quando: Entre os dias 01 e 30/04, Sáb. e Dom. às 20h
Quanto: R$ 20,00 (antecipado para todos até dia 31/03 - limite de 100 ingressos por dia); R$ 40,00 (inteira). 
Onde: Casa da Ribeira (Rua Frei Miguelinho, 52, Ribeira. Fone: 3211-7710)
Venda de ingressos: Bilheteria da Casa (3211-7710 à tarde) ou online no www.sympla.com.br/casadaribeira 
 
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Teatro
29 de novembro de 2016, às 12h01min
 

 

"De onde vem e para onde vai Cida?"

No dia internacional de combate a AIDS, peça retrata o tema com bom-humor e informações bem atuais.

 

 

Dentro da programação do #Acaba2016 - Programa de Fim de Ano da Casa da Ribeira, a peça "De onde vem e para onde vai Cida?" será apresentada dias 01 e 02/12 às 20h dentro das atividades do dia internacional de combate à AIDS(1°dezembro). A peça trata da AIDS com foco na doença social e utiliza os fundamentos do Teatro Épico para expurgar o irracionalismo pré-científico acerca desse ainda tão obscuro tema. Envolvendo e emocionando o público, descontruindo não sem turbulências os clássicos papéis da vítima, do algoz e do herói, provocando risos e reflexões.

 

Histórico:

Em 2015, a partir de estudos dos elementos do teatro épico em Brecht, um grupo de jovens atores investigou a temática da epidemia do vírus HIV e, consequentemente, a construção social por trás da Síndrome de imunodeficiência adquirida - AIDS. Essa "inquietação" explorada travestida em pesquisa resultou num espetáculo cujo tema, ancorado no aspecto social, buscou evidenciar e refletir sobre o inerente estado da fragilidade humana, ampliado pela ruptura da normalidade da vida causada por uma doença. Ou seja, o grupo, através das técnicas do teatro buscou responder à inquietante pergunta de como uma infecção por um vírus pode ser antes tão mais impactante socialmente do que quanto aos seus possíveis aspectos orgânicos.

O espetáculo, fruto de um experimento cênico que tratou a doença como metáfora, ganhou o nome "De onde vem e para onde vai Cida?” sendo um instigante convite para uma viagem, no qual comissários de bordo conduzem a plateia num voo rasante rumo às pulsões atávicas da vida por meio de uma poética e perturbadora discussão sobre sexo, desejos, medos, amor, doença, cura, alegrias, conceitos e preconceitos, ou seja, tudo que contagia a vida e risca de riscos a existência humana.

 “Cida” teve seu primeiro contato com o público, numa encenação em espaço aberto, no dia 1º de dezembro de 2015, na Universidade Federal do Rio Grande do Norte, tendo uma plateia em sua maioria formada por jovens. A partir de então, o espetáculo recebeu convite para várias apresentações no Circuito Emenda Cultural – promovido pela Pinacoteca do Estado do RN, no prédio do IPHAN/RN e no Circuito Cultural Ribeira.

“De onde vem e para onde vai Cida?” também foi selecionado para compor a agenda educativa do Curso de capacitação de profissionais de saúde para o manejo de Infecções Sexualmente Transmissíveis na Atenção Básica, promovido pelo Núcleo de Estudos em Saúde Coletiva – NESC/UFRN em parceria com o Ministério da Saúde, uma vez ser uma obra artística potencializada em instrumento educacional de abordagem social, cuja característica interativa suscita enriquecedores debates e reflexões sobre a temática do HIV, tendo sido apresentado quatro vezes para um público de aproximadamente seiscentas pessoas, a maioria ligada à área da saúde e algumas da comunicação social.

 

 

Ficha técnica:

 

Elenco: Franco Fonseca , Matheus Gianinni e Naara Martins.

Dramaturgia: Franco Fonseca e Naara Martins.

Iluminação: Franco Fonseca.

Músicas: Naara Martins.

Direção: Franco Fonseca.

Apoio: Edivaldo Andrade

Duração: 45 minutos.

 

Serviço:
Data: 1 e 2 de DEZEMBRO
Horário: 20h 
Local: Casa da Riberia
(R. Frei Miguelinho, 52 - Ribeira, Natal - RN)
Duração: 45 minutos
Classificação : 14 anos

Ingressos: R$20,00 e R$10,00

Informações: 3211-7710

 

 

 

 


 
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Teatro
12 de agosto de 2016, às 14h09min
 
"A Projetista" obra de Dança - Teatro de Dudude Hermann volta a Natal 

SINOPSE: Em um projeto não existe nada além de um enorme espaço vazio a ser ocupado, sua nutrição é a vontade, o desejo de existir, de voar. A Projetista transita por terrenos áridos, secos, desnutridos, muito rasos. Todos repletos e plenos de possibilidades de construção, onde só a imaginação alcança. Ela se utiliza do nada para preencher o vazio do mundo. Projeta-se no espaço um pouco mais a frente....

Concepção e interpretação, texto: Dudude, Direção: Cristiane Paoli Quito, Assistência de direção: Lydia Del Pichia,Trilha sonora: Natália Mallo

Serviço:
A PROJETISTA
Dudude Hermann (MG)
Local: CASA DA RIBEIRA
data: 14/agosto - DOMINGO
hora: 18h
ENTRADA GRATUITA (distribuição de ingressos 1h antes)
Classificação: 12 anos
 
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Teatro
05 de agosto de 2016, às 18h08min
 
PALCO GIRATÓRIO SESC APRESENTA "MEU NOME É ZÉ" e "GIGANTEA"

SERVIÇO
MEU NOME É ZÉ
Cia Arte e Riso (Umarizal/RN)
CASA DA RIBEIRA
data: 09/agosto
hora: 20h
ENTRADA GRATUITA
(distribuição de ingressos 1h antes)
Classificação: 12 anos

O espetáculo “Meu nome é Zé” relata uma história conhecida de todos os cidadãos dos mais diversos recantos do país, protagonizando discursões de problemas antigos, porém, contemporâneos e universais. A história narrada, se passa em pleno pleito eleitoral, em que políticos lutam para chegar ao poder utilizando das mais diversas artimanhas, conchaves políticos, promessas enganosas, compras de votos, perseguições e mortes na busca pelo poder. De forma cômica, satírica e escrachada, a Cia. Arte e Riso faz das histórias de “Politicagem” de nossas cidades do interior um recorte do mundo. Neste trabalho, damos voz direta às figuras marginalizadas da sociedade, como o bêbado que vive nas ruas junto aos cachorros, no qual não apenas narra, mas analisa a partir de sua vida de embriaguez os fatos mostrados, nos fazendo perguntar quem realmente vive embriagado e na cegueira. A montagem tem como principais referências estéticos, a utilização de características do Teatro Épico defendendo por Bertolt de Brecht, além de elementos da cultura popular nordestina e das artes circenses.

ESPETÁCULO A GIGANTEA (formas animadas infanto-juvenil)
Serviço:
A GIGANTEA
Cia Les Trois Clés (RJ)
CASA DA RIBEIRA
DATA: 10 DE AGOSTO
HORA: 20h
ENTRADA GRATUITA
(distribuição de ingressos 1h antes)
Classificação: 12 anos

A GIGANTEA - Com o apoio da ANISTIA INTERNACIONAL (FRANÇA)
Em uma região desértica de um país imaginário, o menino Makou vive com sua mãe. Todos os dias ele sai à procura de água. Certa manhã Makou é sequestrado por um tirano, líder de um exército de seres híbridos (homens/bestas), que o recrutam à força e o transformam em um menino soldado. Começa, então, sua luta por sobrevivência e seu nomadismo. A inocência o abandona mas, em sonho, ele procura reconquistar a infância e reencontrar A Gigantea, a raiz que fornece água, o ouro azul.

10 anos - 60 minutos

A COMPANHIA
Fundada, em 2006, por Eros P. Galvão e Alejandro Nuñez Flores a companhia
Les Trois Clés (As Três Chaves), conta com quatro montagens autorais em
seu repertório: O último passeio de Buster Keaton, Macondo, La Gigantea
e Silêncio, aclamadas pela crítica e público de diferentes países.
O grupo investiga e interroga, desde suas primeiras criações, o universo e
as possibilidades de um teatro cujo principal veículo de expressão se situa
além das palavras. Sem renunciar a elas, a companhia busca construir, a partir
da linguagem corporal do ator-acrobatamarionetista, uma dramaturgia da
imagem, do movimento e da experiência visual. Em parceria com a ANISTIA
INTERNACIONAL , os espetáculos já percorreram vários países e festivais
internacionais (França, Alemanha, Romênia, Brasil, Espanha, Nova
Caledônia) numa trajetória de grande sucesso junto ao público e à critica. No mês de julho de 2015 a Cia volta do Festival de Avignon - FRANÇA, onde ganhou o Premio Especial do Juri.

 
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Teatro
04 de agosto de 2016, às 09h25min
 
 IV Festival de Cenas Curtas Natal com Inscrições abertas até 20 de agosto.

 

Promovido pela Casa da Ribeira, o 4°Festival de Cenas Curtas Natal será realizado durante a Virada Cultural de Natal 2016, na noite do sábado 03 de setembro e madrugada do dia 04/09 de 2016, na Sala Cosern de Teatro, com apoio do SESC-RN e entrada gratuita.
 

o 4°Festival de Cenas Curtas Natal vai rolar entre 23h00 e 1h da manhã, com até 5 cenas que serão selecionadas a partir de uma inscrição prévia.


Muito mais que uma mostra, o Festival de Cenas Curtas deseja transformar este momento numa grande celebração entre os fazedores de Artes Cênicas de todo o estado e, como tem acontecido em anos anteriores de vários lugares do Brasil. Como já é tradição no Cenas Curtas, entre cada cena haverá a venda de bebidas e aperitivos para os espectadores dentro da sala de espetáculo, exceção feita exclusivamente para esta noite.


Para compor a programação, a comissão organizadora do Festival recebe inscrições de cenas cômicas, trágicas, com falas ou não de no mínimo 7 e no máximo 15 minutos, até às 23h59 do dia 20 de agosto. O formulário de inscrição está disponível no site da Casa da Ribeira. Os selecionados receberão ajuda de custo de R$400 por cena selecionada. Cada artista ou grupo pode inscrever quantas cenas quiser.


Acesse aqui o formulário de inscrição

 

 
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Teatro
31 de maio de 2016, às 11h54min
 

Cia. dos Atores traz espetáculo e oficina a Natal

Grupo carioca encena "Conselho de Classe" e realiza oficina para estudantes da rede pública local com acessibilidade para surdos

 

Na segunda e terça (06 e 07/06), a Cia. dos Atores ocupa a Casa da Ribeira com a montagem Conselho de Classe e oficina voltada para estudantes de escolas públicas. A proposta é convidar o público de Natal a discutir a educação em cima do palco. Os ingressos para o espetáculo custam R$20 (inteira) e R$10 (meia) e a oficina tem inscrições gratuitas. A programação integra o projeto de circulação do grupo carioca que foi contemplado pelo Programa Petrobras Distribuidora de Cultura 2015/2016. O espetáculo e a oficina estão percorrendo equipamentos públicos em outras quatro cidades nordestinas e contarão sempre com intérpretes, tornando todo o conteúdo acessível para surdos.

ESPETÁCULO - Com estreia em 2013, Conselho de Classe é o espetáculo comemorativo de 25 anos da Cia. dos Atores. A montagem já recebeu um Prêmio Shell (cenário), quatro Prêmios Cesgranrio (espetáculo, texto, direção e cenário), três Prêmios APTR (texto, direção e ator) e já foi vista por mais de 30 mil pessoas. Em cena, uma reunião de professores é desestabilizada pela chegada de um novo diretor. Esse encontro faz eclodir dilemas éticos e pessoais em meio a decisões que se confundem nas relações de poder da instituição escolar.

OFICINA - A ação de formação será realizada com até 30 estudantes da rede pública antes do espetáculo. Na ocasião, acontecerá o encontro do ator Marcelo Olinto (Cia dos Atores) com um ator local convidado, abordando o processo de construção do espetáculo Conselho de Classe, seus métodos e referências para criação. Às 20h, os participantes inscritos também apreciarão o espetáculo gratuitamente e, ao final, participarão de um debate sobre a peça.

A CIA. DOS ATORES - A Cia. dos Atores é formada atualmente por Cesar Augusto, Gustavo Gasparani, Marcelo Olinto, Marcelo Valle e Susana Ribeiro e continua investindo em uma das principais características do grupo ao longo destes 28 anos - o encontro com outros artistas e companhias de teatro - criando espetáculos a partir dessas novas articulações. O processo colaborativo, a provocação estética e o diálogo com o tempo presente são marcas da Cia. dos Atores que perpassam o espetáculo, buscando traçar novas possibilidades para o estar junto: no teatro e no mundo.

ACESSIBILIDADE - O projeto de circulação na região Nordeste terá acessibilidade para surdos, através de dois intérpretes de LIBRAS que serão contratados nas cidades, de forma a estimular a contratação de mão de obra especializada local. Todo material de divulgação citará o espetáculo como acessível para surdos, além de incluir o Símbolo Acessível em Libras.

 

SERVIÇO

 

Onde: Casa da Ribeira - Rua Frei Miguelinho, Ribeira, Natal.
Quando:07/06 (terça-feira), das 15h às 18h (oficina) e 06 e 07/06 (segunda e terça-feira), às 20h (espetáculo)
Quanto: R$20 (inteira) e R$10 (meia) para o espetáculo e inscrições gratuitas para a oficina

 

ESPETÁCULO TEATRAL CONSELHO DE CLASSE

 

Gênero: comédia política
Classificação: 12 anos
Duração: 70 minutos
Texto: Jô Bilac
Direção: Bel Garcia e Susana Ribeiro
Elenco: Cesar Augusto, João Rodrigo Ostrower, Leonardo Netto, Marcelo Olinto e Thierry Trémouroux
Cenário: Aurora dos Campos
Realização: Cia. dos Atores e Nevaxca Produções

 

 

 

OFICINA DA CIA DOS ATORES
- Inscrição gratuita através do e-mail ciadosatores@nevaxca.com.br.
Para se inscrever, basta enviar currículo e foto.

 

 
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Teatro
26 de maio de 2016, às 17h34min
 
OCUPE A CASA COM SUAS IDEIAS - PREÇOS PROMOCIONAIS PARA JUNHO E JULHO

A Casa da Ribeira tem um ambiente confortável, climatizado e com serviços dedicados ao seu show, espetáculo, seminários, treinamentos e eventos.


Um dos melhores equipamentos de som e luz da cidade, bilheteria com ingressos impressos, equipe de montagem, projetor, telão e divulgação. Tudo isso num espaço charmoso de um casarão histórico de 1911, totalmente revitalizado.


PROMOÇÃO
Preços para pautas nos meses de Junho e Julho
de terça à quinta: R$1.000,00
de sexta à domingo: R$1.250,00


Venha nos fazer uma visita. Agende seu horário de atendimento!

pelo (84) 3211-7710 (à tarde) ou pelo email: casadaribeiranatal@gmail.com
 

Casa da Ribeira - Arte como Prazer

 

 
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Teatro
25 de março de 2016, às 17h33min
 
JACY em única apresentação dia 02 de abril na Casa da Ribeira
Peça do Grupo Carmin será apresentada em única sessão para comemorar  09 anos do Grupo.

Uma frasqueira encontrada no lixo contendo vestígios de vida de uma mulher de 90 anos.

Este fato real levou o grupo Carmin (www.grupocarmin.com) a conduzir uma investigação que durou 3 anos e que, em agosto de 2013, resultou na peça de teatro documental intitulada: JACY.

Durante 1 hora de espetáculo, o grupo revela o processo dessa investigação e convida a plateia para acompanhar a vida de uma mulher comum que atravessou a 2a Guerra mundial e a ditadura no Brasil, esteve no centro de um importante conflito da política no RN, viveu um amor estrangeiro e terminou os seus dias sozinha em Natal.

Com textos dos filósofos Pablo Capistrano e Iracema Macedo, Jacy é uma peça cômico-trágica que revela fatos sobre o abandono dos idosos, a política e o crescimento desenfreados das cidades que, por muitas vezes, ignoramos.

Jacy acaba de chegar de um temporada de 1 mes no Sesc Copacabana, no Rio de Janeiro e já está de malas prontas para participar do projeto Palco Giratório do Sesc Nacional. A peça ja participou de importantes festivais, como o 21° Festival Nordestino de Teatro de Guaramiranga – CE; a Mostra Internacional João Pessoa Encena – PB (MIT); o Festival O Mundo Inteiro é um palco – Ano II – Natal/RN; o Festival Internacional de Artes Cênicas da Bahia (FIAC); a VII Mostra de Teatro Contramão (RJ); o Festival Internacional de Teatro Cena Contemporânea de Brasília; a X Mostra Latino Americana de Teatro de Grupo (SP).

O GRUPO

 O Grupo Teatro Carmin surgiu em abril de 2007 com a peça Pobres de Marré, portanto comemora 09 anos com esta apresentação. Firmou pesquisa sobre exclusão social urbana no Nordeste brasileiro e circulou por mais de 20 festivais e mostras pelo Brasil e na França. Em 2009, montou O Auto do Menino Deus. Em 2010, realizou o experimento Olha a Água, a partir da obra A Alma Boa de Setsuan , de Brecht. Em 2011 montou a peça para crianças Castelo de Lençóis, baseada em contos universais de realeza. Em 2013, estreou Jacy, iniciando a pesquisa de linguagem sobre teatro documental. Em 2015 montou a peça "Por Que Paris? A partir da obra de Marguerite Duras. Em 2017, estreará "A invenção do Nordeste" criada a partir da obra homonima do historiador Durval Muniz jr.


SERVIÇO

Peça : JACY
Data : 02 de abril de 2016
Hora : 20h
Ingresso: R$30,00 e 15,00 (meia-entrada limitada a 40% da capacidade de acordo com decreto nº 8.537 de 5 de outubro de 2015  )
Reservas: 3211-7710
 
 
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Teatro
08 de dezembro de 2015, às 14h59min
 

Por Que Paris? - Política e Ficção

Reflexões sobre Arte, Política e os Atentados em Paris.

Domingo, dia 13/12/15 às 17h na Casa da Ribeira - Entrada Gratuita

 

O filósofo Hegel escreveu que "ninguém pode ir além do seu próprio tempo". E o nosso tempo nos lança, a cada momento, novos desafios. Mudanças climáticas, crise econômica, instabilidade política, terrorismo. A arte não permanece imune a essas questões. Elas muitas vezes interrompem como fenômenos intrusivos o horizonte da prática teatral. Foi nesse contexto que o grupo Carmin, em pleno processo de montagem de sua peça Por Que Paris? Foi tomado de assalto pelos atentados contra a redação do Charlie Hebdo em Janeiro deste ano.

 

Este susto fez emergir questões como: os limites entre tolerância e liberdade artística; as fronteiras envolvendo ficção e realidade; a urgência de tratar de temas do nosso tempo e a "função" do teatro do grupo no meio disso tudo.

 

Essas questões passaram a traçar os roteiros estéticos do grupo. Com os atentados do último dia 13 de Novembro (antecipados esteticamente no âmbito da dramaturgia ficcional do grupo) esses temas voltam à pauta (e ao palco) instigando novas provocações e questionamentos. A pergunta fundamental volta a ordem do dia: Por Que Paris?

 

Assim, movido por essa nova urgência, o Grupo Carmin convida o público, seu principal parceiro, para no dia 13/12 às 17h (exatamente um mês depois dos atentados), participar de um bate-papo no Café da Casa da Ribeira, sobre essas questões.

 

A programação constará de dois momentos:

1 - Fala do filósofo Pablo Capistrano sobre Arte, Política, os Atentados de Paris e suas influências na montagem de "Por Que Paris?" do Grupo Carmin.

 

2 - Fala do Cineasta Pedro Fiuza sobre as escolhas estéticas e conflitos acerca do uso do Cinema no Teatro, baseado na experiência de montagem da Peça "Por Que Paris?"

 

Tudo será conduzido de maneira informal e sempre aberto ao diálogo e intervenção do público presente. A entrada é gratuita limitada a capacidade do local.

 

Informações e Contatos: Henrique Fontes - (84)9 8150-9009. / 84 9 9917-4879

 

 


 
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Teatro
07 de dezembro de 2015, às 06h45min
 

CAMARIM - Nos Bastidores da Música

Com Dudu Galvão, Camila Masiso e Lysia Condé

13 de Dezembro - 19h30 - Casa da Ribeira

 

 Mas o que acontece por trás das cortinas? Aquele momento em que se prepara para estar perfeito em cena esconde verdadeiros conflitos que se refletem no espelho da penteadeira, que se camufla na maquiagem do rosto, mas que escapam no silêncio de um olhar marcado pelo lápis preto e rímel.

Depois do sucesso de duas curtas temporadas com lotação máxima no Barracão Clowns, o espetáculo CAMARIM - Nos Bastidores da Música resolve se despedir de 2015 com mais uma última apresentação em grande estilo na Casa da Ribeira, no próximo domingo, 13 de dezembro, e ninguém pode perder essa chance, pois o musical pretende entrar em circulação por aí e vai demorar a voltar aos palcos potiguares.

 

"Camarim" é um show dramático-musical que conta a história de três irmãos unidos e separados pela música. A relação das três personagens é escancarada por melodias especialmente escolhidas pelo tom dramático que vão se desenrolando no decorrer do espetáculo e cada um dos três apresenta um caminho escolhido e vivido dentro da música: a mais velha de todas, Carmem (Lysia Condé), a diva que já se consagrou como grande cantora, embora ainda sinta falta de "algo mais" e que está caindo no esquecimento; Edite (Camila Masiso) que, ao contrário da irmã, está despontando como revelação da música no país, de personalidade perfeitinha e monótona, que sente medo de ser engolida pelo mercado, e por fim, a ovelha-negra Louis (Dudu Galvão), dono uma voz poderosa, que foi moldada pelos padrões norte-americanos e que, por isso, não cabe no cenário musical popular brasileiro. A música é o carro-chefe dessa trama que desemboca no espectador trazendo a experiência teatral à baila, com grandes canções conhecidas pelo público, num repertório que vai de Chico Buarque, passeia por Edith Piaf e Ney Matogrosso, com pinceladas de Carmem Miranda, e até Madonna e Beyoncé.
 

 

 

A ideia de fazer esse espetáculo nasceu do encontro desses três artistas após um convite feito pela Banda CantoCalismo em 2013, onde eles fizeram backing vocals. As vozes que nunca haviam trabalhado juntas se casaram de uma forma muito especial e não podia parar por ali. Na verdade, esse trabalho também é uma verdadeira celebração desse encontro. A direção musical é de Marco França, que divide os arranjos com o multi instrumentista Diogo Guanabara, acompanhados dessa vez de Kleber Moreira, com sua incrível percussão. Os três formam a banda que acompanha a história executando as canções ao vivo! A iluminação e cenografia é de Ronaldo Costa, engenharia de som de Isack Rangel.

 

 


O universo das três figuras é permeado pela energia desses grandes intérpretes e grandes divas da música brasileira e universal, num espetáculo despretensioso que se propõe em abrir espaço para a música se valer do teatro para ganhar novos tons de expressividade, e para o teatro se valer da música para ganhar nuances de leveza e sensibilidade, oferecendo ao espectador uma experiência artística da melhor qualidade. Convidamos a todos a se deleitarem com esse encontro lindo e pungente, onde abriremos nossos bastidores para nos divertir e falar sobre escolhas, família, amor e música.
 

 

 

SERVIÇO
Espetáculo: "Camarim - Nos Bastidores da Música" (Com Camila Masiso, Dudu Galvão e Lysia Condé)

 

DIA 13 DE DEZEMBRO de 2015

CASA DA RIBEIRA ÀS 19h30.

INGRESSOS
R$30,00 (inteira), R$15,00 (meia)

Informações e Reservas: 84 98826-7879 ou 3211-7710
 
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Teatro
10 de novembro de 2015, às 08h35min
 

CENA JOVEM 2015

 COMÉDIA "MEU NOME É ZÉ" FAZ SÁTIRA COM O LADO SOMBRIO DA POLÍTICA

 

Cia Arte e Riso, de Umarizal-RN, mescla cultura popular e Bertold Brecht em novo espetáculo que faz 4 últimas apresentações  pelo Cena Jovem.

 

Sessões: Quinta (12) , Sexta (13)  as 15h e Sábado(14) e Domingo (15) as 20h, na Casa da Ribeira.

 

A luta pelo poder, a corrupção e a politicagem enraizada nas entranhas das pequenas cidades brasileiras é algo digno de tragédia, mas também tem um lado pitoresco e, por que não dizer, cômico. Em novo espetáculo "Meu Nome é Zé", a Cia de Teatro Arte e Riso, de Umarizal-RN, escolheu o caminho da sátira para fazer um recorte universal do cotidiano interiorano, a partir das velhas formas de se fazer política nos rincões do País. O resultado pode ser visto a partir desta quinta (12) e sexta-feira (13), às 15h, na Casa da Ribeira, e dias 14 (sábado) e 15 (domingo), às 20h. São as últimas apresentações pelo Cena Jovem.

 

"Meu Nome é Zé" é um dos quatro espetáculos contemplados no projeto Cena Jovem 2015, edital patrocinado pela Petrobras e Lei Câmara Cascudo, com objetivo de fomentar a pesquisa e criação nas artes cênicas locais.

 

Reflexão e boas doses de humor escrachado ganham aprumo crítico no texto de Joelson de Souto e na direção do encenador Emanuel Coringa - que também atua na peça. A montagem busca, como referências estéticas, o teatro épico de Bertold de Brecht e elementos da cultura popular nordestina,e insere neste caldeirão as artes circenses, que são parte do desenvolvimento estético do grupo.

 

"Meu nome é Zé" relata uma história conhecida de todos os cidadãos dos mais diversos recantos do país, revelando a atemporalidade das discussões. "Tratamos de problemas antigos, porém universais", lembra o encenador. A história se passa em pleno pleito eleitoral, onde políticos lutam para chegar ao poder utilizando das mais diversas artimanhas, conchaves políticos, promessas enganosas, compra de votos, perseguições e até ações extremas, como a morte, tudo isso na busca pelo poder.

 

"Neste trabalho damos voz direta às figuras marginalizadas da sociedade, como o bêbado que divide a rua com os cachorros, que não apenas narra, mas analisa a partir de sua vida de embriaguez os fatos mostrados, fazendo-nos perguntar quem realmente vive embriagado e na cegueira", detalha o autor.

 

O espetáculo traz no elenco os atores Emanuel Coringa, Gardênia Lopes, Jardeu Amorim, Joelson de Souto, Leonardo Alves, Victor Miranda e Widenny Duarte. Também integram a equipe desta montagem os profissionais Joelson de Souto, responsável pela musicalização e também pela seleção de canções, ao lado de Junio Santos e Ray Lima. Os figurinos são de Cleydson Catarina e a iluminação de Thaennia Ferreira. A concepção cenográfica teve construção da Arte e Riso em parceria com Cleydson Catarina; e a arte cenográfica ficou a cargo de Noel Filho e Andrade, com fotografia de Ricardo Pereira.

 

SERVIÇO

Temporada de "Meu nome é Zé"

Espetáculo da Cia Arte e Riso,

 

Dias 12 e 13/11, 15h
Dias 14 e 15/11, 20h 
R$ 10,00 (graças ao incentivo da Lei Câmara Cascudo)
Comédia
Classificação livre
Teatro para jovens e adultos
Patrocínio Governo do RN e Petrobras

 

Contato para entrevistas: Emanuel Coringa 99441-5347



 
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Teatro
22 de outubro de 2015, às 06h50min
 
PODE SER QUE SEJA

Tendo como ponto de partida o texto "Pode Ser Que Seja Só o Leiteiro lá Fora" escrito por Caio Fernando Abreu em 1974, a Sociedade Cênica Trans apresenta seu mais novo espetáculo "Pode Ser Que Seja..." Realizado em parceria com outros artistas convidados, mergulhamos no universo estético-político da década de 1970. Relações entre os indivíduos marginalizados pela época, o espetáculo se constitui em uma encenação performativa, trazendo para a cena fragmentos de violências e opressões históricas e cotidianas!

Temporada Final: 22, 23, 24, 25 de Outubro / 29, 30 e 31 de Outubro / 01 de Novembro

Horário: 20h 

Preço único: 10 reais.

FICHA TÉCNICA

Diretor: Felipe Fagundes
Diretora de Arte e Figurinista: Heloísa Sousa
Assistente de Cenários: Rayanna Guesc
Iluminadora: Camila Tiago
Preparador Corporal: Moisés Ferreira
Preparadora Vocal: Joana Knobbe
Atuantes: Hyago Pinheiro, Joana Knobbe, Moisés Ferreira, Pedro Fasanaro, Wallace Freitas.
Músico: Paulo Henrique Santiago 
Produtor: Pablo Vieira
Designer Gráfico: Radamés Medeiros
Vídeos: Jean Johann
Registro Fotográfico: Helena Maziviero

Este projeto foi contemplado com o Edital Cena Jovem Casa da Ribeira, patrocinado pelo Petrobrás. 
 
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Teatro
15 de outubro de 2015, às 08h05min
 

Fabulosas Delicadezas dos Elefantes finaliza temporada na Casa da Ribeira

A peça é um mergulho na infância e velhice, ela existe num limiar entre esses dois tempos da vida

 

            Nesta quinta-feira (15) o espetáculo teatral da Cia. Cênica Ventura, de Parnamirim,  "Fabulosas Delicadezas dos Elefantes", dá início a sua última semana de apresentações pelo projeto Cena Jovem da Casa da Ribeira. Na quinta (15) e sexta-feira (16) as apresentações acontecem sempre às 15h30, e nos sábado (17) e domingos (18)  às 17h. A entrada para qualquer dia é R$ 10,00, preço promocional.

 

Esse é uma ótima oportunidade de comemorar o mês das crianças com um  espetáculo que quer unir gerações na mesma apreciação e fruição dessa experiência artística.

 

Para unir as duas realidades em um mesmo ambiente, "Fabulosas Delicadezas..." lançou mão de um recurso bastante criativo: um ambiente atemporal, onde o orfanato é ao mesmo tempo um asilo, pois lá o tempo é suspenso e o giro do relógio segue outra lógica. É neste lugar de reflexão e imaginação onde crianças, vovôs e vovós vivenciam essa relação igualitária. "Falamos ao mesmo tempo da beleza da vida e da sutileza da morte, do novo e do velho nas transformações presentes no universo da criança e dos idosos", destaca o diretor do espetáculo Lindemberg Farias, que também é responsável pela concepção dos figurinos e cenografia.

 

Para falar desse encontro com a ajuda de marionetes o grupo recebeu uma consultoria em montagem e manipulação de bonecos com o Giramundo Teatro de Bonecos, o grupo de teatro de bonecos com maior destaque no cenário brasileiro.

 

O espetáculo tem como faixa indicativa crianças e idosos. Não se trata de um espetáculo infantil e muito menos adulto, ele encontra se exatamente em um lugar da infância e da velhice. O grupo deseja falar dessas idades sendo livres de conceitos definidos.

 

O projeto foi contemplado pelo edital Cena Jovem da Casa da Ribeira, com patrocínio da Petrobras/Governo Federal e Governo do RN através da Lei Câmara Cascudo.

 

Sobre o espetáculo

 

A história parte da viagem de um menino chamado Luno, que veio da lua como seu nome sugere. Ao sofrer uma perda, se sente muito triste e sozinho, e o destino o leva a morar num orfanato, que como dito, de tão antigo virou asilo e lá ele conhece um monte de moços e moças velhinhas, todos com idades caminhando entre os 70 anos ou mais. O lugar é diverso e tem desde velhinhos bem alegres, a outros solitários, alguns ranzinzas e até uns velhos meninos. Gente em busca de partilhar suas histórias ou querendo apenas um pouco de atenção. Essas fragilidades podem ser traduzidas no desajeitado elefante do título, que tal como na parlenda às vezes "incomoda muita gente".

 

Participam deste espetáculo Ana Luiza Faria, Berg Farias, Manoel Evaristo, Sandro Souza e Kathleen Louise. A direção musical é do maestro e arranjador Danilo Guanais e conta com a participação de Ricardo da Mata, do Giramundo Teatro de bonecos, na assessoria técnica em iluminação e na provocação cênica, ao lado de Beatriz Apocalypse.

Também estão na equipe Flávia Maiara (preparação vocal), Shiva Hari. (voz de Luno), Daiani Brum (iluminação), Alexandre Santos (direção circense: Alexandre Santos.Tato Takai (preparação em alongamentos e aquecimentos) e a equipe de criação dos bonecos, objetos e sombras - Neemias Damasceno, Giramundo teatro de bonecos e Cia. Cênica Ventura.

 

Sobre o grupo

 

A Cia Cênica Ventura surgiu em 2008, com uma mistura de atores, bailarinos, circenses,  serralheiros, costureiros, aderecistas e carpinteiros, uma equipe de construtores dos seus  espetáculos. Mistura, união de linguagens, composição, transversalidades é assim que o grupo se vê, união disso tudo chamada  de Arte Híbrida. [+] www.ciaventura.com.br

 

SERVIÇO

Fabulosas Delicadezas dos Elefantes

 

Quando: de 15 a 18 de agosto

Horário: quinta e sexta-feira às 15h30 | sábado e domingo às 17h

Onde: Casa da Ribeira | Rua Frei Miguelinho, 52, Ribeira, Natal - RN

Entrada: R$ 10,00 (Preço Promocional)

Informações: 84 3211-7710 | 9 9986 1976 | www.ciaventura.com.br


 
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Teatro
25 de setembro de 2015, às 06h44min
 

Cena Jovem 2015:

 

Espetáculo "Fita-me" em segunda temporada na Casa da Ribeira, de quinta (24) a domingo (27)

 

Será a segunda temporada com o coletivo Procura-se Companhia de Dança, formada pelos intérpretes-criadores Ana Cláudia Viana, Anádria Rassyne, Anízia Marques, João Alexandre Lima e Tházio Menezes,

 

A distância entra a sala de pesquisas e o palco é muitas vezes longa e custosa. Uma nova geração de grupos e coletivos de artistas-pesquisadores começa a encurtar este caminho e a ganhar a visibilidade do público através do projetoCena Jovem 2015, edital da Casa da Ribeira destinado a abrir as portas para os artistas do Rio Grande do Norte, dando-lhes suporte para montagem de novas produções, através de prêmios em dinheiro para o fomento de espetáculos de teatro, dança e suas subvertentes.

Patrocinado pela Petrobras, Governo Federal e Governo do Estado, através da Lei Câmara Cascudo, o projeto contemplou, no início deste ano, prêmios no valor deR$ 30 mil para cada um dos quatro grupos selecionados -Procura-se Cia de Dança, Cia Cênica Ventura, Sociedade Cênica Trans e Cia Arte & Riso - que ganharam ainda 64 ocupações do teatro da Casa para o aperfeiçoamento da prática artística profissional., sendo os cem por cento da bilheteria dessa ocupação para os artistas envolvidos no Cena Jovem.

Nesta semana acontece o retorno do espetáculo "Fita-me", a partir desta quinta-feira (24) até o domingo (27), seguindo em temporada de 1º a 4 de outubro. O horário é 20h, menos na sexta-feira (25) quando o espetáculo começa às 15h30, na Casa da Ribeira (rua Frei Miguelinho, Ribeira).

"Fita-me" foi concebido pela Procura-se Companhia de Dança, um coletivo de intérpretes-criadores formado por Ana Cláudia Viana, Anádria Rassyne, Anízia Marques, João Alexandre Lima e Tházio Menezes. É fruto de uma reflexão desses diferentes profissionais de gerações distintas, que se uniram para pensar os rumos da dança contemporânea em sua cidade.

O espetáculo surge, sobretudo, de uma posição crítica diante do panorama atual da dança na capital potiguar: a constatação de que existe um crescente distanciamento entre público e companhias de dança. Nesse sentido, o espetáculo busca reestabelecer diálogos entre os artistas da cidade e suas relações com a plateia.

"Questionar os modos de produção em dança, sem negar a história que já vivemos, tornando a criação um ponto de partida para analisarmos, inclusive, o nosso próprio fazer artístico em dança, são elementos que motivam todo o coletivo a desenvolver este projeto", informam os criadores.

A Procura-se Cia de Dança mergulha em uma pesquisa que passa por conhecer a Composição em Tempo Real (CTR), base para a criação de cenas do espetáculo, e também as relações possíveis entre o Teatro Documental e o pensamento contemporâneo em dança.

Desenvolvida pelo coreógrafo João Fiadeiro, a CTR consiste em um diálogo constante entre performer e ambiente em que ele está inserido. O gesto criativo deixa de resultar apenas numa intenção ou projeção pessoal para se formar a partir de um jogo em cena, onde se busca a relação do corpo com o espaço, com a sonoridade, com o outro, com o elemento cênico.

Ou seja, o protagonismo é desviado do sujeito (o bailarino) e direcionado para o acontecimento. Já a utilização do Teatro Documental é uma tentativa de se buscar relações entre o teatro e o pensamento contemporâneo em dança.

Em sua construção coletiva, "Fita-me" contou ainda com outros colaboradores/equipe: Clarissa Rêgo e Henrique Fontes (Provocadores cênicos) Gabriel Souto (trilha sonora), Luara Schamó (registro e interação audiovisual), Ronaldo Costa (iluminação), Anízia Marques (figurino), e Daniel Torres (identidade visual).

Além dos patrocinadores masters, Petrobras e Casa da Ribeira, o espetáculo contou com apoio da Espaço A3, ONG Atitude Cooperação, Escola Estadual Aldo Fernandes de Melo, Escola Estadual Professor Antônio Pinto de Medeiros, Projeto CEUS do Vale (Ceará Mirim).

            A temporada do Cena Jovem vai até novembro. Depois de "Fita-me", entram em cartaz, na sequência "Meu nome é Zé", "Fabulosas delicadezas dos elefantes" e "Pode ser que seja". Para o Diretor Artístico da Casa da Ribeira, Henrique Fontes, a expectativa com os espetáculos é grande, tendo em vista os temas que serão abordados. Os projetos trazem questões importantes, como o afastamento dos públicos de obras contemporâneas; a ditadura e a repressão, numa adaptação de Caio Fernando Abreu; a corrupção e ‘politicagem' interiorana; e ainda o universo fantástico de uma peça para criança que agrade adultos com a mesma intensidade. "Ficamos bem felizes com a diversidade e qualidade dos projetos apresentados neste edital. Acredito que além da qualidade, a curadoria, que é externa à Casa da Ribeira, buscou projetos com foco em públicos diversos. Teremos obras que vão desde o teatro para crianças, indo até a dança contemporânea", declarou o produtor e diretor da Casa. Este é o 16° edital lançado pela Casa em 14 anos de funcionamento. Os ingressos custam R$ 10,00.

 

Crédito de imagens deste release: Daniel Torres

 

Espetáculo "Fita-me"

Dias: 24, 26 e 27 de setembro às 20h

Na sexta-feira, 25, às 15h30 

 

 

Dias 01, 03 e 04 de outubro às 20h

E dia 2 de outubro, às 15h30 

 

Cena Jovem 2015

Casa da Ribeira educação & cultura

Fone: (84) 3211-7710

Ou pelo e-mail: casa@casadaribeira.com.br


 
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Teatro
10 de setembro de 2015, às 15h32min
 

CENA JOVEM 2015

 COMÉDIA "MEU NOME É ZÉ" FAZ SÁTIRA COM O LADO SOMBRIO DA POLÍTICA

 

Cia Arte e Riso, de Umarizal-RN, mescla cultura popular e Bertold Brecht em novo espetáculo que marca a última estreia do projeto Cena Jovem.

 

Sessões: sábado (19) e domingo (20)  - 20h, na Casa da Ribeira.


A luta pelo poder, a corrupção e a politicagem enraizada nas entranhas das pequenas cidades brasileiras é algo digno de tragédia, mas também tem um lado pitoresco e, por que não dizer, cômico. Em novo espetáculo "Meu Nome é Zé", a Cia de Teatro Arte e Riso, de Umarizal-RN, escolheu o caminho da sátira para fazer um recorte universal do cotidiano interiorano, a partir das velhas formas de se fazer política nos rincões do País. O resultado pode ser visto a partir desta quinta (10) e sexta-feira (11), às 15h, na Casa da Ribeira, e dias 12 (sábado) e 13 (domingo), às 20h. A temporada retorna de 17 a 20 de setembro, às 20h, encerrando em novembro com as temporadas de 5 a 8 e de 12 a 15.

"Meu Nome é Zé" é um dos quatro espetáculos contemplados no projeto Cena Jovem 2015, edital patrocinado pela Petrobras e Lei Câmara Cascudo, com objetivo de fomentar a pesquisa e criação nas artes cênicas locais.

Reflexão e boas doses de humor escrachado ganham aprumo crítico no texto de Joelson de Souto e na direção do encenador Emanuel Coringa - que também atua na peça. A montagem busca, como referências estéticas, o teatro épico de Bertold de Brecht e elementos da cultura popular nordestina,e insere neste caldeirão as artes circenses, que são parte do desenvolvimento estético do grupo.

"Meu nome é Zé" relata uma história conhecida de todos os cidadãos dos mais diversos recantos do país, revelando a atemporalidade das discussões. "Tratamos de problemas antigos, porém universais", lembra o encenador. A história se passa em pleno pleito eleitoral, onde políticos lutam para chegar ao poder utilizando das mais diversas artimanhas, conchaves políticos, promessas enganosas, compra de votos, perseguições e até ações extremas, como a morte, tudo isso na busca pelo poder.

"Neste trabalho damos voz direta às figuras marginalizadas da sociedade, como o bêbado que divide a rua com os cachorros, que não apenas narra, mas analisa a partir de sua vida de embriaguez os fatos mostrados, fazendo-nos perguntar quem realmente vive embriagado e na cegueira", detalha o autor.

O espetáculo traz no elenco os atores Emanuel Coringa, Gardênia Lopes, Jardeu Amorim, Joelson de Souto, Leonardo Alves, Victor Miranda e Widenny Duarte. Também integram a equipe desta montagem os profissionais Joelson de Souto, responsável pela musicalização e também pela seleção de canções, ao lado de Junio Santos e Ray Lima. Os figurinos são de Cleydson Catarina e a iluminação de Thaennia Ferreira. A concepção cenográfica teve construção da Arte e Riso em parceria com Cleydson Catarina; e a arte cenográfica ficou a cargo de Noel Filho e Andrade, com fotografia de Ricardo Pereira.


SERVIÇO

Temporada de "Meu nome é Zé"

Espetáculo da Cia Arte e Riso,

Dias 19 e 20/09 às 20h
Ingresso: R$10,00
 

Contato para entrevistas: Emanuel Coringa 99441-5347


Assessoria de Imprensa Cena Jovem

Fato Novo Comunicação

Dionísio Outeda

99974 3839

98820 8769

 
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Teatro
27 de agosto de 2015, às 07h06min
 

CENA JOVEM APRESENTA:

 "PODE SER QUE SEJA..." TRATA DAS RELAÇÕES ENTRE INDIVÍDUOS MARGINALIZADOS PELA SOCIEDADE

 

Espetáculo da Sociedade Cênica T atualiza tema tratado em "Pode Ser Que Seja Só o Leiteiro Lá Fora", peça de Caio Fernando Abreu que aborda o contexto social-político da década de 1970. Estreia é nesta quinta-feira (amanhã), na Casa da Ribeira e vai até domingo

 

A repressão, a violência e o medo não são situações impostas apenas no contexto das ditaduras políticas. Essas sensações muitas vezes brutais estão presentes no dia a dia e em vários graus de tensão, sobretudo entre as pessoas marginalizadas. As relações entre esses indivíduos e as formas de combater e fugir dessas situações serão os temas tratados no espetáculo "Pode Ser que Seja...", da Sociedade Cênica T, que estreia nesta quinta-feira (amanhã, 27), às 20h, na Casa da Ribeira.

A peça é a terceira estreia do Edital Cena Jovem 2015, projeto da Casa da Ribeira cujo objetivo é fomentar a pesquisa e criação nas artes cênicas locais. As outras apresentações estão marcadas para os dias 28, 29 e 30 de agosto, na Casa da Ribeira. A classificação indicativa é 14 anos. O espetáculo tem ainda temporadas em setembro (03 a 06), outubro (22 a 25/ 29 a 31) e novembro (1º).

Com direção de Felipe Fagundes e atuação de Hyago Pinheiro, Joana Knobbe, Moisés Ferreira, Pedro Fasanaro e Wallace Freitas, a peça é baseada na obra "Pode ser que seja só o leiteiro lá fora" escrita em 1974 por dos grandes autores brasileiros do século XX, o escritor Caio Fernando Abreu.

A obra de Caio Fernando Abreu surge como principal referência estética para a construção da obra "Pode Ser Que Seja...", que propõe uma atualização da história sobre um grupo de jovens que se esconde em uma casa abandonada, apavorados com o estado do mundo e a possibilidade de serem caçados pela polícia, utilizando uma experiência visual-sensitiva capaz de interagir com o público.

Ao trazê-la para o contexto atual, a peça trabalha com as diversas possibilidades de criação e experimentação em teatro. A encenação também busca no Manifesto Antropofágico, escrito em 1928 por Oswald de Andrade e na Tropicália enquanto movimento artístico, as bases estéticas para composição do espetáculo.

A peça de Abreu não se preocupa em contar uma história linear-lógico-narrativa da forma como estamos acostumados, ao contrário, na metade do texto, o autor, informa ao leitor que a partir daquele momento nada mais fará sentido ao leitor e que o que vem a seguir não necessariamente estará ligado ao texto que veio antes. "O texto do Caio já pode ser encarado como uma tentativa de performativizar a escrita de textos dramatúrgicos", informa o grupo. Dessa fora, o espetáculo assumirá tanto no seu processo de criação quanto na sua apresentação as características da linguagem performativa, tais como a desconstrução da narrativa textual através da adoção da ação e da imagem ao invés da representação, a interação com os espectadores, e a assunção do risco na obra.

SOBRE O CENA JOVEM

Cena Jovem 2015 é um edital da Casa da Ribeira destinado a abrir as portas para os artistas do Rio Grande do Norte, dando-lhes suporte para reflexão, montagem de novas produções, também com foco no público consumidor. Através de prêmios em dinheiro para o fomento de espetáculos de teatro, dança e seus híbridos. Patrocinado pela Petrobras, Governo Federal e Governo do Estado, através da Lei Câmara Cascudo, o projeto contemplou, no início deste ano, prêmios no valor de R$ 30 mil para cada um dos quatro grupos selecionados - Procura-se Cia de Dança, Cia Cênica Ventura, Sociedade Cênica Trans e Cia Arte & Riso - que ganharam ainda 64 ocupações do teatro da Casa para o aperfeiçoamento da prática artística profissional, sendo os cem por cento da bilheteria dessa ocupação para os artistas envolvidos. Os ingressos são subsidiados e por isso tem valor de R$ 10,00. A temporada do Cena Jovem vai até novembro. Após "Fita-me e "Fabulosas delicadezas dos elefantes" e "Pode ser que seja", ainda vai estrear a peça "Meu nome é Zé". 

 

Sociedade T - "Pode ser que Seja"

27, 28, 29, 30 de agosto - Casa da Ribeira, 20h

03, 04, 05, 06 de setembro

22, 23, 24, 25 de outubro

29, 30, 31  de outubro e 01 de novembro

 

Diretor: Felipe Fagundes

Atuantes: Hyago Pinheiro, Joana Knobbe, Moisés Ferreira, Pedro Fasanaro, Wallace Freitas.

Diretora de Arte e Figurinista: Heloísa Sousa

Assistente de Cenários: Rayanna Guesc

Iluminadora: Camila Tiago

Preparador Corporal: Moisés Ferreira

Preparadora Vocal: Joana Knobbe

Músico: Paulo Dantas.

Produtor: Pablo Vieira

Designer Gráfico: Radamés Medeiros

Vídeos: Jean Johann

Registro Fotográfico: Helena Maziviero

Contato para entrevistas: Pablo 98877-2315

Fotos: Helena Maziviero

 

 


 
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Teatro
15 de agosto de 2015, às 11h00min
 
BORDERLINE - S.E.M. Cia de Teatro (Sentimento, Estéticas e Movimento) 
Comemoração de 02 anos do Espetáculo Borderline. Após 02 anos de sua estreia, acumulando prêmios e circulando pelos estados brasileiros, o monólogo estrelado pelo ator José Neto Barbosa retorna aos palcos potiguares em única apresentação.

Sobre o Espetáculo:
Borderline tem autoria e direção de Junior Dalberto. Fala das questões do íntimo, em paralelo as relações familiares, com redes sociais e consequências na geração dos anos 90. É inspirado artisticamente no não tão popular "transtorno de personalidade limítrofe", conhecido como borderline. Rutras conta fatos de sua vida, expressa seus sentimentos e memórias numa verdadeira hemorragia emocional, preso ao que chama de "concha" - um hospital psiquiátrico ou sua própria mente em devaneio. Expressa um olhar radical e metafórico sobre sua criação e suas referências. Passa por desencontros e acontecimentos marcantes. Rutras é fruto de uma geração carimbada por imposições individualistas, consumistas, exibicionistas e de camisinhas rasgadas. O que é lucidez ou loucura em tempos de imposições éticas e morais nessa cosmopolitividade que se vive? Tudo é contado em momentos de surtos, sem omissão de detalhes - em um monólogo emocionante, diante de tabus ininterruptos, minimalista e altamente visceral. 

Serviço:


ESPETÁCULO: BORDERLINE - S.E.M. Cia de Teatro (Sentimento, Estéticas e Movimento)

DATA: 19/08/2015 - QUARTA FEIRA

HORÁRIO: Horários: 19h - Mostra de ações formativas, 20h - sessão única do espetáculo

INGRESSO: R$ 15,00 PROMOCIONAL - Vendas antecipadas:www.eventick.com.br/borderline



 
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Teatro
03 de julho de 2015, às 06h47min
 
Torta de Maçã estreia dia 08/07 na Casa da Ribeira
Espetáculo da Cia Torta convida o público pra colocar a mão na massa.

 

A peça “Torta de Maçã” marca a estreia da Cia Torta nos dias 08 e 09 de Julho de 2015 às 19h30, na Casa da Ribeira em Natal/RN. A peça conta a história de um menino de 8 anos que apanhava do pai por ter trejeitos femininos; as surras eram corretivos para que o menino aprendesse a ser “homem”. O tema amargo é compartilhado com a plateia, de no máximo 30 pessoas, de uma forma doce: todos ajudam o personagem a fazer tortas de Maçã.
Mas qual a relação da Torta de Maçã com essa história de violência?

 

Escrita e interpretada pelo ator João Victor Miranda em parceria com o diretor Henrique Fontes, que também assina a direção do espetáculo, “Torta de Maçã” parte da tragédia real do menino Alex, morto em 2014 pelo pai no Rio de Janeiro e encontra relação com o clássico “Branca de Neve” dos irmãos Grimm.

 

“Tanto a Branca de neve quanto o menino Alex sofrem com o desprezo familiar e encaram a vida de forma positiva. Eles tem coração puro e adoram ajudar nas tarefas. Claro que, no clássico, o final é feliz, o que, sabemos, não foi o destino do menino Alex.” Disse João Victor, ator da Cia Torta.

 

A peça foi patrocinada pelo edital FIC 2014 da Prefeitura Municipal do Natal, através da Fundação Cultural Capitania das Artes - FUNCARTE e estreia nos dias 08 e 09 de Julho de 2015 no Espaço Cultural Casa da Ribeira, as 19h30. O limite de publico é de 30 pessoas por seção e os ingressos gratuitos serão distribuídos uma hora antes do inicio do espetáculo.

 

A Companhia:

 

A Cia Torta nasce do desejo de experimentar a junção de teatro e gastronomia em um único espaço de convivência. Essa mistura se deu devido à pesquisa abordada pelo ator e cozinheiro João Victor Miranda que trabalhou em algumas companhias de teatro da cidade do Natal/RN e em alguns restaurantes da cidade também. Juntar o sabor, o cheiro e o visual; elementos marcantes dentro do mundo gastronômico e misturar com os elementos teatrais provocando uma nova experiência para o publico é algo que a Cia Torta busca experimentar neste primeiro trabalho.

 

Contato: João Victor - 84 98815-7798

 

 

 
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