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noticias A peleja do amor no coração de Severino de Mossoró
Durante dois finais de semana – 11, 12, 18 e 19 de agosto – o grupo de teatro mossoroense O Pessoal do Tarará entra em cartaz no Centro Cultural Casa da Ribeira trazendo nas malas a experiência de quase 5 anos na estrada além de muita vontade de fazer teatro.

O Pessoal do Tarará foi fundado em 13 de novembro de 2002, em Mossoró (RN), com o objetivo de fazer teatro popular, carregado de experimentação, ousadia e qualidade. Atingir públicos diversos, com um carinho especial àqueles que não têm recursos financeiros para ir a uma casa de espetáculos, é um dos muitos desafios que estão sendo enfrentados. A preocupação com a informação teatral (estudo de autores, textos e teorias, bem como a prática, através de exercícios) veio de imediato, levando o grupo a iniciar um trabalho de pesquisa que permanece até hoje, não parando quando se consegue algo, mas se aprofundando a partir de cada nova descoberta.

Programa de rádio, página na internet, espetáculos, exposições fotográficas itinerantes sobre o trabalho do grupo, documentários, filme, e principalmente, o respeito do público, foram pontos conquistados pelo grupo até aqui. A vontade de revolucionar o teatro, as artes e a vida, faz com que O Pessoal do Tarará não pare de pensar no "novo" a todo instante. A quem achar que revolucionar é ambição demais, o grupo recorre ao mais talentoso ator brasileiro, Paulo Autran, que afirma: "sem ambição artística, o que será do teatro?”

O espetáculo A peleja do amor no coração de Severino de Mossoró conta a história de Severino de Mossoró, um sujeito feio e de nariz proeminente, apaixonado pela sua prima Roxana. No entanto, Roxana se aproxima de Severino e pede para que ele proteja Cristiano, um belo e jovem rapaz, por quem Roxana se diz interessada. Livre adaptação de Cyrano de Bergerac e de Edmond Rostand, com poesias de Antônio Francisco e músicas de Elizeu Ventania.

Ao se aproximar de Cristiano, Severino percebe que o belo rapaz não tem habilidade com as palavras, e aproveita para convencê-lo, de que os dois, juntos, poderiam conquistar o amor de Roxana. Severino com sua eloqüência, e Cristiano com sua beleza.

O espetáculo começou a ser sonhado em 2004, com a direção de Lenilton Teixeira, do Grupo Estandarte. Tivemos que parar o processo, e em 2006, quando o grupo retomou, Lenilton não pôde continuar. A direção foi assumida por Dionízio do Apodi, que também adaptou o texto.

Em janeiro de 2006 o grupo começou a investir num trabalho musical, sob a direção do maestro da Orquestra Sanfônica de Mossoró, Cláudio Henrique, e de seu fiel escudeiro, o percussionista coquinho. Paralelo a isso, o grupo sentiu necessidade de investir em outras áreas, que pudessem ajudar na formação do grupo, e para isso vieram somar, a fonoaudióloga Sara Hayana, e o preparador físico Edgard Guimarães.

A adaptação privilegiou aspectos regionais, o que fica claro com a presença de poesias do poeta mossoroense Antônio Francisco, e do saudoso violeiro, Elizeu Ventania.

Ficha técnica
A PELEJA DO AMOR NO CORAÇÃO DE SEVERINO DE MOSSORÓ
Livre adaptação de Cyrano de Bergerac, de Edmond Rostand
Com poesias de Antônio Francisco e músicas de Elizeu Ventania

Adaptação e Direção: Dionízio do Apodi
Colaboração: Lenilton Teixeira
Direção Musical: Cláudio Henrique
Instrutor de Percussão: Coquinho
Iluminação: Ronaldo Costa
Operação de Luz: Alana Azevedo, e Luciana Lima
Cenário: Marcos Leonardo e O Pessoal do Tarará
Figurinos e maquiagem: Marcos Leonardo
Adereços: Marcos Leonardo e O Pessoal do Tarará
Boneco e cavalos: Edílson Nery
Fonoaudióloga: Sara Hayana
Preparador Físico: Edgard Guimarães
Elenco: Alex Peteka, Antônio Marcos, Bené Tavares, Dionízio do Apodi, Ludmila Albuquerque, Maxson Ariton, Roberto Martins, e Rosi Reis.

Serviço:
Grupo de Teatro O Pessoal do Tarará
A Peleja do Amor no Coração de Severino de Mossoró
Dias 11, 12, 18 e 19 de agosto. Sábado às 21h e Domingo às 20h
R$12,00 (Inteira)



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noticias Investigações | O trabalho do artista
Série de documentários produzida pelo Itaú Cultural em 2000, como parte da exposição Investigações: O Trabalho do Artista.

Com base na interpretação livre dos diretores Bruno Vianna, Eder Santos, Karen Harley, Luiz Duva e Luz Felipe Sá, o processo de criação e as obras dos artistas Carlos Fadon Vicente, Carmela Gross, Cildo Meireles, Eduardo Kac, Ernesto Neto, Iole de Freitas e Nuno Ramos foram apresentados em sete originais documentos audiovisuais.

A importância histórica desses registros e, principalmente, a qualidade estética das narrativas propostas pelos realizadores motivaram a reedição da série em DVD, em lançamento comemorativo dos 20 anos do Itaú Cultural.

Cildo Meireles: Gramática do Objeto
Luiz Felipe Sá, Rio de Janeiro, 2000, 15 min O vídeo propõe analisar, didaticamente, o trabalho do artista Cildo Meireles e procura questionar o lugar do objeto de arte na relação valor de uso x valor de troca. Por meio de conceitos desenvolvidos pelo artista, as obras são inseridas também em circuitos ideológicos, exigindo do espectador um olhar intelectivo.

Iole de Freitas: Ar ativado
Luiz Felipe Sá, Rio de Janeiro, 2000, 14 min Registro do trabalho de Iole de Freitas, que, por meio da dinâmica e da velocidade impressas, expõe suas questões e seu processo de investigação sobre um espaço contínuo e temporal. O documentário indaga a relação dentro e fora, inclusive em um espaço urbano, revelando as forças em movimento.

Eduardo Kac: Oito Diálogos
Bruno Vianna, Nova York, 2000, 30 min O documentário faz uma revisão crítica de oito obras de Eduardo Kac. Por meio de performances com suportes diversos, poesia visual e holográfica, experiências de telepresença e o uso do próprio corpo como arte, o artista ressalta o conflito natural x artificial e expõe a questão da simultaneidade de tempo x espaço, mostrando as perspectivas de um mundo que agora também é virtual.

Nuno Ramos: Acidente Geográfico
Eder Santos, Minas Gerais, 2000, 18 min Com uma linguagem poética, o documentário expõe os trabalhos de Nuno Ramos, com base em dois conceitos formulados pelo crítico de arte Márcio Doctors: Estética do Acidente e Estética do Vulcão. Com a utilização de diversos suportes e elementos construtivos, o artista a utilização de diversos suportes e elementos construtivos, o artista insere o homem na paisagem, trata o acidente como uma suspensão do tempo e do espaço e retrata a catástrofe como algo libertador.

Ernesto Neto: Nós Pescando o Tempo
Karen Harley, Rio de Janeiro, 2000, 21 min O documentário revela um encontro com Ernesto Neto, sua concepção de arte e seu processo de trabalho, traçando um ciclo que encontra na topologia da matemática e do prazer uma linha que questiona o tempo cosmológico e o tempo orgânico. Também trata de sua intimidade com a obra, que se dá por meio da personificação da mesma desde sua gestação até as sensações que pode causar.

Carlos Fadon Vicente
Luiz Duva, São Paulo, 2000, 18 min O documentário levanta questões sobre a estrutura por trás da obra e o tipo de contribuição que ela pode dar, além de discutir o processo criativo do artista Carlos Fadon Vicente. Temas como a representação da memória, a interatividade homem x máquina e a subversão do homem também compõem o documentário.

Carmela Gross
Luiz Durva, São Paulo, 2000, 27 min Durante um passeio por São Paulo, a artista fala sobre seu trabalho e sua visão sobre a cidade. O documentário mostra que sua obra tem a presença de uma estrutura rigorosa e de elementos fluidos, típicos de construções urbanas, mas também abre espaço para uma reflexão sobre a própria construção do ser e sua subjetividade.



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noticias Casa da Ribeira
A missão da Casa de oferecer um espaço para a fruição e reflexão da arte como prazer, ganhou desde 2004 um novo estímulo: a educação pela arte. Atual paixão dos administradores da Casa, a educação pela arte expandiu os limites do Centro Cultural até o bairro das Rocas com os projetos Ruas da Memória e ArteAção Núcleos Coreográficos, sendo este último contemplado com a parceria do Instituto Ayrton Senna. Foram dois anos de oficinas técnicas nas áreas de iluminação, figurino, teatro, dança, iniciação musical, desenho, cidadania, Brinquedos e brincadeiras, produção cultural, circo e fotografia, além da manutenção de um núcleo coreográfico, em parceria com a EDTAM, onde 5 bailarinos foram iniciados em formação coreográfica.Além disso, a Casa desenvolve mais cinco projetos sistemáticos. Casa da Ribeira em Cena, Quarta Musical e Natal Arte Contemporânea são mantidos com o apoio da iniciativa privada. O Centro Cultural atualmente conta com seis parceiros e quatro apoiadores, figuras fundamentais na manutenção dos projetos da Casa.

O Centro Cultural é referência no estado pela qualidade de seus espaços e curadoria eficiente. A estrutura física é recheada de aparatos tecnológicos para dar suporte e conforto aos artistas. São três ambientes: Sala Cosern de Teatro, Sala Petrobras Arte Contemporânea(que sempre recebe grandes nomes da arte nacional) e Café Cultural. Todos estão disponíveis para ocupação obedecendo aos critérios da curadoria do Centro Cultural. A Casa da Ribeira dispõe de serviços não inclusos na pauta, com valor diferenciado, como operação de luz, operação de som (em parceria com o Megafone Estúdio), criação e produção de VTs, material gráfico e demais peças publicitárias (em parceria com a House Cultura e Cidadania), aluguel da sala de exposições e do café cultural para eventos.

Maiores informações quanto à assessoria e pautas na Casa da Ribeira através do (84)3211.7710 ou através da House Cultura e Cidadania no (84) 3211.8320


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